5 motivos que me fazem assistir Glee

Antes de mais nada eu tenho que me explicar: eu sou uma pessoa que “começou” nesse mundo de  ver séries há relativamente pouco tempo. Então eu tenho total consciência que não sou nenhuma letrada no assunto, mas como sou corajosa barra cara de pau, eu falo mesmo assim. Esse post vai ser dedicado à minha cunhada, que não acredita/ou não conforma com o fato de eu assistir Glee na minha idade, mas eu tenho minhas razões, que é justamente o tema de hoje. Sei que não vou conseguir convencê-la de assistir também, mas digamos que pelo menos vou me retratar publicamente com o ‘mundo adulto’ kkkkkk. Continue lendo e entenda os 5 motivos que me fazem assistir Glee.

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Primeiro vamos contextualizar: para quem não conhece, o Glee é um seriado de adolescente que mostra o Glee Club, que são os corais do ensino médio das escolas americanas, o high school. E ele mostra uma escola em que o Glee estava com baixa reputação entre os alunos. Assim, um professor resolve resgatar isso e usa o grupo para ensinar e incentivar os alunos a superarem os dilemas da adolescência, com seus excessos de cobranças, status, superações pessoais, blá blá blá.

Até aí ‘tudo bem’, mas o tchan da coisa é porque o seriado é musical, daquele tipo, estou no refeitório ai começa uma música e todo mundo canta e dança? Gente, eu sei que falando assim parece idiota, mas dentro da história a gente até que entende. O que acho mais curioso é que, eu já tentei ver filmes musicais e sinceramente não passei dos 20 primeiros minutos, achei um porre (!), mas no seriado eu acho muito tranquilo.

E agora que já o apresentei, entenda os meus 5 motivos que me fazem assistir Glee:

1 – O figurino é lindo

Eu sou apaixonada por todas as roupas do seriado, tanto as que eles utilizam nas performances musicais, quanto a de cada personagem no dia a dia. Gosto de perceber elementos que são utilizados para conseguir transmitir através da roupa a personalidade e história de vida do personagem. E ok, eu sei que em tudo no cinema/TV eles precisam utilizar esse recurso, mas para um seriado que luta tanto a favor da quebra de paradigmas e esteriótipos, as roupas parecem que realçam muito mais, sendo até mesmo do tema de alguns episódios. Gosto de ficar, digamos assim, interpretando as roupas.

2 – As coreografias são inspiradoras

Essa parte me deixa de boca aberta na verdade. Sério, se você não dança, você não tem noção do trabalho e o tempo que demora para alinhar uma coreografia. E ali temos diversas o seriado inteiro! É claro que tem aquelas tem a intenção de parecer natural, porque a pessoa começou a cantar no corredor da escola ou numa cafeteria, mas tudo é bem pensado e elaborado. A performance como um todo é muito bacana e inspirador.

3 – Entender  letra das músicas

Uma das coisas que eu acho mais fantástico é ver como que eles conseguem fazer a ligação com a letra da música com a história. Eles escolhem a música que se encaixa direitinho com o contexto. E é legal pra gente ver a letra da música, que é um hábito que particularmente eu não tenho, de procurar entender a letra de uma música em inglês. Eu vejo que tem muito estudo por trás disso, cada escolha dessa e a relação com o episódio deve dar um trabalho danado para a produção…

4 – Conhecer mais sobre artistas

Alguns episódios são temáticos e eles meio que homenageiam alguns artista (ou também gênero musical) e a gente pode conhecer mais a fundo a história deles. E por ser artista internacional é legal conhecer pequenos detalhes detalhes da história de vida e ao mesmo tempo a grande influência deles na sociedade. E aqui vejo um desafio maior, que é conseguir contextualizar as principais musicas dentro de um episódio apenas, porque nem sempre elas falam das mesmas coisas… e eles fazem a coisa se encaixar.

5 – Superação e aceitação

E por último, porque o seriado prega a superação e aceitação em todos os episódios. Mas Ana Paula, você já está bem velhinha, vamos combinar né?! Sim, mas sinceramente? Quem já superou tudo, que me atire a primeira pedra! Vejo que na vida sempre temos um desafio novo e nem sempre estamos aptos a lidar com ele. O seriado mostra os personagens se aceitando e não perdendo sua essência, por mais que sejam rotulados disso ou daquilo, e vou te contar uma coisa viu, na vida ‘adulta’ já vi muita gente por ai se sujeitando a ‘formatos’ só pra ser aceito… meio adolescente não? Vale uma reflexão…


Enfim…. o mega post chegou ao fim! Peço desculpas para escrever tanto, mas não tive como evitar! Na verdade até cortei algumas coisas para não ficar tão cansativo. Espero que tenha gostado do post e da proposta do seriado. Eu sei que ele tem uma parte meio bobinha também, é claro, mas as vezes eu prefiro ver coisas mais ligths e sair do lugar comum sabe. Se por um acaso alguém já viu ou animar, comenta comigo depois. Ou deixa nos comentários sugestões de séries para que eu possa me viciar após eu terminar Glee (estou na última temporada que tem disponível no Netflix).

Um abraço,

AnaP.*

p.s.: em tempo, os poucos seriados que acompanhei do início ao fim até hoje foram The Big Bang Theory, Sex and the City, Friends, Once upon a time e Glee.

 

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Ana Paula Cândido

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