Reflexões sobre morar com a mãe aos (quase) 30!

Vez ou outra eu me pego explicando para alguém que eu acabei de conhecer um mini-resumo da minha história e confesso que costumo achar graça do processo todo. Sabe aquele tipo de história que a gente vê que roda, roda, roda e no fim acaba morrendo na praia?! É mais ou menos isso que eu sinto. E eu acho graça principalmente porque hoje eu mudei de ideia (normal né?!) e vivo completamente diferente do que eu imaginava. E com um nível de satisfação inversamente proporcional ao que eu imaginava que eu teria se chegasse no ponto que estou hoje. Ficou confuso? Calma que eu explico!

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Resumindo a ópera é basicamente o seguinte: hoje eu tenho quase 30 e moro com minha mãe (e o marido dela e meu irmão). E quando eu tinha 19 eu achava um absurdo se isso um dia fosse acontecer, e que eu seria muito infeliz por isso. Mas é justamente ai que a gente compreende o significado do famoso #sóquenão. Digamos que essa uma década de vida me ensinou bastante coisa, e principalmente a ser feliz aceitando as consequências das nossas escolhas. Como indecisa que sou, eu ficava remoendo muito as minhas decisões e sempre pensando no que poderia ter acontecido, esquecendo de aproveitar o que de bom e de fato aconteceu.

Meus 29 anos

Fotinha repetida aqui: meus 29 anos!

Hoje eu aprendi a me perguntar ao contrário: que motivo eu teria para não morar com ela? Porque sinceramente, do ponto de vista financeiro não compensa, a não ser que eu esteja comprando uma moradia, não justifica eu pagar aluguel e todas as despesas de manutenção de uma casa, apenas por puro capricho porque eu ‘quero’ morar sozinha. E tem que gente fala assim: ‘ah… mas você vai ter sua liberdade’. Sério gente, quem fala isso não conhece minha mãe! Eu não tenho nada a reclamar… minha mãe respeita meu espaço, e ainda deixa eu inventar moda à vontade. A única questão é dar satisfação quando vai chegar tarde, o que é super justo (mas as vezes esqueço e ai ela fala… ).

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Minha mãe & Eu na barraquinha da igreja!

Para quem não conhece, a história é basicamente a seguinte: quando eu fui morar no Espírito Santo, eu fui para uma república em que eu conhecia uma das meninas. Nesses seis anos lá eu passei por diversas situações: morei só com amiga, só com irmão, com pessoas que eu nunca vi antes e até mesmo sozinha, e depois disso tudo eu posso afirmar com todas as letras, já matei minha vontade! Acho que foram super válidas as experiências e aprendi bastante. Até mesmo para entender que o que eu vivo hoje é muito bom e obrigado. Sinceramente… eu pretendo sair daqui direto para o altar (só me falta o marido, o que é apenas um detalhe, né  kkkkkk)!

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E você? Como vive atualmente? Me conta ai… vamos trocar figurinhas 😉

Um abraço,

AnaP*

p.s.1: Eu ainda não sei como é a vida de casado, mas quem fala que é difícil, nunca deve ter morado em república!!! É muito difícil você morar com uma pessoa por conta de um ‘combinado’ para reduzir custos e sem vínculo afetivo com ela. Vivendo a base de regras de limpeza e divisões em armários e prateleiras na geladeira. Sério gente, tem até a parte divertida, mas não é essa Coca-Cola toda que acham por ai não. Vida de ‘morar com amigo’ não é tão bonito quanto parece. E se você casou, foi por que escolheu estar com quem você ama. Me parece mais fácil… né não?!  rs

p.s.2: Eu pelo menos penso assim. Mas sabe como é né… depois que eu casar eu conto ;), por enquanto eu fico aqui, só imaginando…

 

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Ana Paula Cândido

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