Filme: Os Croods

O que esperar de um ano que já começa no sábado?! Eu não sei vocês, mas pra mim isso é um sinal para escrever muuuuiiittoooo em 2016. E já que é assim, vamos começar com um filme para inspirar seu início de ano e suas mudanças. Quem ai já teve a oportunidade de ver a animação “Os Croods”? Se você não viu não sabe o que está perdendo… já faz um tempo que eu vi e na época recomendei para muita gente, mas por algum motivo não fiz post. Mas ao verificar a lista de ideias de post percebi que o assunto ideal para começar o ano, já que se fala tanto em promessas e fazer coisas novas. Curiosos para entender por que? Continue lendo e descubra!

croods

Semana passada eu revi o filme só pra relembrar detalhes para fazer o post e foi bom porque revi os detalhes que me fizeram ficar tão encantada com o filme. Apesar de que, só de ser dos mesmos criadores de Madagascar já dá pra imaginar o nível né? Como sempre, essas animações que são feitas para crianças, traz lições que valem para todas as idades. E esse não podia ser diferente.

A história do filme é da família Croods, que são ‘homens da caverna’ que ainda não conheciam fogo, e o pai os educava falando que “Tudo que é novo é ruim, curiosidade é ruim, sair da caverna à noite é ruim. Ou seja, tudo que é divertido é ruim”. Então todas as histórias que o pai contava terminava de forma trágica porque alguém tentou algo novo. A filha adolescente, Eep, não se conformava com isso e queria sempre buscar algo novo. Até que acabou conhecendo o Guy, um rapaz cheio de ideias e que lhe contou sobre o ‘fim’ que estava próximo.

Veja o trailer para acompanhar melhor:

Mesmo sem a vontade do pai eles tiveram que seguir em frente pois tudo que eles estavam acostumado foi simplesmente sumindo com os terremotos. E é justamente ai que começa a transformação. As circunstâncias fizeram-nos aprender e principalmente inovar. O mais legal aqui é ver a resistência ao novo, como o pai acha que tudo é bobagem, mas depois percebe que sem isso não teria sobrevivido. Os métodos da caverna que ele estava acostumado na verdade estava mais atrapalhando do que ajudando.

Outra coisa que me encantou é a ‘inovação’. Eu sempre gostei de desenhos de idades extremas, como os Flinstones e os Jetsons, que mostravam os objetos do nosso dia a dia recriados com outra visão. E no filme também tem isso, como por exemplo quando eles precisam usar sapatos para atravessar um trecho com espinhos e acham estranho. A Eep mesmo acha lindo mas fica assustada perguntando onde está o pé dela (!).

Achei fofo a forma como eles mostraram esses objetos sendo criados e a forma inocente a que eles reagiram. E se a gente pensar, no mundo atual ainda temos isso, né… pessoas que ficam felizes ganhando tão pouco e coisas que talvez a gente esteja esbanjando por ai. Vale uma reflexão aqui…

E pra finalizar é a questão do medo da mudança. O filme mostra claramente como somos resistente ao novo, e como a mudança pode nos fazer tão bem, desde de que a gente não perca a nossa essência. No caso deles, continuaram unidos, pois esse era o lema ‘os croods ficam sempre juntos’. Resumindo: o filme é muitooo fofo, divertido e cheio de lições, para as crianças, mas principalmente para os adultos (e de preferência os teimosos kkkkk). Vale a pena ver!

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Um Abraço,

AnaP*

ps: esqueci de contar que tem um parte linda no final em que eles ‘inventam’ o abraço! É pra chorar…

 

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Ana Paula Cândido

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